TrainVision
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A plataforma que leva
o treino do papel
até o guidão

O treinador monta o treino uma vez, em zonas. Cada aluno recebe nos próprios watts, direto no relógio — e o que ele pedalou volta sozinho, sem planilha no meio do caminho.

4×10 NO LIMIAR 95–105% DO FTP aquec. 10 min 10 min 10 min 10 min
Funciona com Strava intervals.icu Garmin Zwift

O treino é do aluno, não do grupo

O treinador escreve uma vez, em porcentagem do FTP. Quem personaliza é a plataforma: o alvo vira os watts daquele atleta, o volume respeita os dias e o tempo que ele declarou, e a prescrição acompanha a prova que ele vai disputar.

Ajustado ao limiar dele

“4×10 no limiar” vale para quem tem 180 W e para quem tem 320 W. Cada um recebe o número que é seu — e quando o FTP sobe no próximo teste, todos os treinos futuros acompanham sozinhos.

Ajustado à rotina dele

O aluno declara em que dias treina e quantos minutos tem em cada um. O calendário marca a folga e avisa o treinador quando o prescrito passa do tempo que ele tem naquele dia.

Ajustado ao objetivo dele

Gran fondo, circuito, contrarrelógio, primeira prova. As datas entram no calendário e a temporada se organiza em torno delas — base, específico, pico e afinação.

Os números saem do método, não do achismo

Nada é estimado por tempo de pedalada. Tudo vem da potência medida, pelo método de Allen, Coggan & McGregor — o mesmo que o intervals.icu e o TrainingPeaks usam.

Fitness e Fadiga

CTL e ATL calculados do TSS de cada treino, com a média exponencial de 42 e 7 dias.

Forma

O que sobra para hoje. Negativo é carga sendo absorvida; positivo é frescor para a prova.

Sete zonas

De recuperação a neuromuscular, sobre o seu FTP. As de frequência cardíaca vêm à parte, como manda o método.

TSS, IF e NP

Potência normalizada com a média móvel de 30 segundos — o tiro curto pesa o que tem de pesar.

Dois lados da mesma semana

Quem prescreve e quem pedala veem a mesma verdade, cada um com o que precisa decidir.

Para quem treina gente

  • Biblioteca em pastas e etiquetas. Temporada, mês, semana — e a etiqueta cruza a árvore quando você procura tudo que é de limiar.
  • Agenda por aluno. Arraste o treino para o dia. O calendário marca a folga que ele declarou e avisa quando o prescrito passa do tempo que ele tem.
  • Convite por link. O aluno entra pelo Strava e já cai vinculado a você, com o histórico dele junto.
  • Agentes de acompanhamento. Regras “quando → então” que varrem a turma e abrem um aviso quando algo foge do combinado.

Para quem pedala

  • O treino do dia, nos seus watts. Passo a passo, com a instrução do treinador em cada etapa.
  • Sua forma, semana a semana. O que a carga produziu no corpo, e não só quanto você pedalou.
  • Sinais de alerta. Risco de sobrecarga e comportamento da frequência cardíaca, lidos das últimas semanas.
  • Nada para digitar. A pedalada chega do Strava e se fecha com o que estava prescrito.

Agentes que vigiam o que ninguém tem tempo de olhar

A conta já existia — o que muda é olhá-la todo dia, para todo mundo, em vez de esperar alguém abrir a tela certa. Os agentes varrem a turma inteira e abrem um aviso no painel do treinador quando algo sai do combinado.

Saúde e sobrecarga

  • Risco de overtraining. Lido das últimas duas semanas: frequência de treino, carga acumulada e o que mudou no corpo.
  • Sinais de adoecimento. Quando a frequência cardíaca foge do padrão dos treinos recentes — costuma aparecer antes do sintoma.
  • Forma em sobrecarga. Quando o saldo entre fitness e fadiga passa do que o método considera seguro.
  • Carga subindo rápido demais. A rampa tem um teto — passar dele semana após semana é o caminho conhecido para a lesão.

Adesão e rotina

  • Aluno sumido. Quantos dias sem nenhuma pedalada chegar.
  • Adesão baixa. Quanto do que foi prescrito virou treino de verdade.
  • Prescrito além da disponibilidade. Três horas de sábado para quem trabalha no fim de semana.
  • Cadastro incompleto. Sem limiar não há watts; sem disponibilidade não há semana.

O que o atleta vê

Os mesmos sinais aparecem na área dele, no topo da página — antes do treino do dia, porque é o alerta que decide se a sessão de hoje sai inteira, sai reduzida ou não sai.

  • Eficiência cardiovascular. Mais watts com a mesma frequência cardíaca é ganho real — e o número diz se ele está vindo.
  • Cada leitura com a própria janela à mostra. Nada de índice mágico sem dizer de onde veio.

O que você vê na tela

Não é um painel genérico com números bonitos: cada tela responde uma pergunta que quem treina faz toda semana.

Fitness, Fadiga e Forma

A curva que diz quando você está pronto para uma sessão-chave — e quando a semana já pesou o bastante.

SEG folga

A semana de cada aluno

O dia de folga que ele declarou, o que foi prescrito e o que já virou pedalada — na mesma linha.

Z1Z2 Z3Z4 Z5Z6

Tempo em zona

Onde o estímulo caiu de verdade, apurado segundo a segundo da pedalada — não pela média.

Temporada Mês 03 Semana 09 Semana 10 Z4 · Limiar Z2 · Endurance Z5 · VO2 máx Marcha dura

A biblioteca

A pasta diz onde o treino mora; a etiqueta diz o que ele é. As duas, porque nenhuma responde pela outra.

No meio do que você já usa

As pedaladas entram por um lado, o treino prescrito sai pelo outro. O TrainVision fica entre os dois.

Strava

De onde vêm as pedaladas. O histórico inteiro entra no primeiro acesso e o resto chega sozinho. Só leitura — nada é publicado no seu perfil.

intervals.icu e Garmin

Por onde o treino chega ao relógio. Agendar aqui põe a sessão no calendário de lá, e de lá ela desce para o Garmin Connect. Desagendar remove nos dois.

Arquivo, quando precisar

Todo treino exporta em .fit para o relógio e em .zwo, .erg ou .mrc para o rolo.

Comece pelo treino de hoje

Se o seu treinador já usa o TrainVision, ele te manda um link de convite. Se você é o treinador, entre e monte a primeira semana.

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