O treinador monta o treino uma vez, em zonas. Cada aluno recebe nos próprios watts, direto no relógio — e o que ele pedalou volta sozinho, sem planilha no meio do caminho.
O treinador escreve uma vez, em porcentagem do FTP. Quem personaliza é a plataforma: o alvo vira os watts daquele atleta, o volume respeita os dias e o tempo que ele declarou, e a prescrição acompanha a prova que ele vai disputar.
“4×10 no limiar” vale para quem tem 180 W e para quem tem 320 W. Cada um recebe o número que é seu — e quando o FTP sobe no próximo teste, todos os treinos futuros acompanham sozinhos.
O aluno declara em que dias treina e quantos minutos tem em cada um. O calendário marca a folga e avisa o treinador quando o prescrito passa do tempo que ele tem naquele dia.
Gran fondo, circuito, contrarrelógio, primeira prova. As datas entram no calendário e a temporada se organiza em torno delas — base, específico, pico e afinação.
Nada é estimado por tempo de pedalada. Tudo vem da potência medida, pelo método de Allen, Coggan & McGregor — o mesmo que o intervals.icu e o TrainingPeaks usam.
CTL e ATL calculados do TSS de cada treino, com a média exponencial de 42 e 7 dias.
O que sobra para hoje. Negativo é carga sendo absorvida; positivo é frescor para a prova.
De recuperação a neuromuscular, sobre o seu FTP. As de frequência cardíaca vêm à parte, como manda o método.
Potência normalizada com a média móvel de 30 segundos — o tiro curto pesa o que tem de pesar.
Quem prescreve e quem pedala veem a mesma verdade, cada um com o que precisa decidir.
A conta já existia — o que muda é olhá-la todo dia, para todo mundo, em vez de esperar alguém abrir a tela certa. Os agentes varrem a turma inteira e abrem um aviso no painel do treinador quando algo sai do combinado.
Os mesmos sinais aparecem na área dele, no topo da página — antes do treino do dia, porque é o alerta que decide se a sessão de hoje sai inteira, sai reduzida ou não sai.
Não é um painel genérico com números bonitos: cada tela responde uma pergunta que quem treina faz toda semana.
A curva que diz quando você está pronto para uma sessão-chave — e quando a semana já pesou o bastante.
O dia de folga que ele declarou, o que foi prescrito e o que já virou pedalada — na mesma linha.
Onde o estímulo caiu de verdade, apurado segundo a segundo da pedalada — não pela média.
A pasta diz onde o treino mora; a etiqueta diz o que ele é. As duas, porque nenhuma responde pela outra.
As pedaladas entram por um lado, o treino prescrito sai pelo outro. O TrainVision fica entre os dois.
De onde vêm as pedaladas. O histórico inteiro entra no primeiro acesso e o resto chega sozinho. Só leitura — nada é publicado no seu perfil.
Por onde o treino chega ao relógio. Agendar aqui põe a sessão no calendário de lá, e de lá ela desce para o Garmin Connect. Desagendar remove nos dois.
Todo treino exporta em .fit para o relógio e em .zwo, .erg ou .mrc para o rolo.
Se o seu treinador já usa o TrainVision, ele te manda um link de convite. Se você é o treinador, entre e monte a primeira semana.
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